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Como serão as lojas de autopeças diante de um novo mercado?

Foi-se o tempo das revisões periódicas caras. Há dez anos, o mercado de autopeças para carros mais novos era dominado pelas peças “originais”, as peças embaladas pelas montadoras. Essa virada aconteceu principalmente por dois fatores, o primeiro é que o consumidor tomou consciência de que a peça usada pela montadora, denominada peça original, nada mais é que a peça homologada para compor o seu veículo.

O segundo fator para essa mudança é que a garantia de fábrica hoje é bem maior do que há dez anos atrás devido a uma necessidade de adaptação das montadoras nacionais para tornar-se competitivas perante as japonesas, que já elas ofereciam nessa época uma garantia de fábrica de três anos.

Por isso tem muita gente comprando veículo seminovo dentro da garantia. Antes, a garantia de um Celta era de um ano, hoje, um Ônix sai com garantia de três anos da fábrica.

Isso significa maior demanda por peças de reposição de veículos mais novos, com cinco anos de uso ou menos, e o mercado já atende a essa demanda, oferecendo não somente as peças genuínas, mas também as homologadas e as paralelas.

Mas há segurança ao optar por peças homologadas, vendidas fora das concessionárias?

E no mercado paralelo, existem componentes de boa qualidade?

Nele, existem peças fabricadas pelos mesmos fornecedores das montadoras.
Contudo, é preciso ficar atento, há peças sem nenhuma qualidade também.
A partir dessa mudança de mercado, as revisões periódicas, obrigatórias para manter a garantia do carro, deixou de ser os “olhos da cara” e passaram a ser mais acessíveis.

Mercado aquecido

As vendas de veículos só crescem. Só esse ano foram vendidos 2.252.854 veículos usados e a expectativa é que o mercado feche com um total de vendas 7,1% maior do que o ano de 2018, os números são da Federação Nacional das Associações de Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto).
Os carros mais vendidos foram o Gol da Volkswagen com 142.683 automóveis vendidos, e o Fiat Uno, que vendeu 87.655 unidades.
Esses números alavancam as vendas de autopeças. Só esse ano, a indústria de autopeças brasileira cresceu 12,8% em relação ao mesmo período de 2018. As vendas para montadoras cresceram 15,1%, e no nosso mercado, o de reposição, o crescimento foi de 13,4%.

O que tudo isso significa para as lojas de autopeças?

Lembra quando sua loja SÓ vendia peças para o Fiat 147? Ou para o Fusca? As peças para veículos mais novos eram geralmente vendidas em grandes redes, ou só nas concessionárias. Mas já vimos que o mercado mudou muito em 10 anos e sua loja de autopeças terá que se adequar, e ter em estoque componentes de carros mais novos.

Mas como você pode gerenciar seu estoque com essas peças sem cair no prejuízo?

Vamos te dar algumas dicas:

  • Tenha em estoque autopeças produzidas pelas fornecedoras da montadora, as peças homologadas, essas são preferência do consumidor;
  • Tenha também componentes produzidos por fábricas que, apesar de não fornecem às montadoras, são reconhecida pela qualidade e tradição no mercado;
  • Fuja das peças fabricadas no “fundo do quintal” e/ou falsificadas;
  • Fique atento às movimentações desse mercado. Por exemplo, a produção do New Fiesta foi descontinuada no começo do ano, pesquise se há tendência pela demanda de peças desse veículo aumentar daqui há alguns anos. Isso dependerá do tamanho da frota desse modelo rodando por aí.

As lojas de autopeças que se destacarão e venderão mais serão as que ficarem de olho nessas movimentações e gerenciarem seus estoques prevendo esse novo comportamento do mercado.

E então, está preparado para atender esse novo mercado de veículos? Ainda não sabe como compor um estoque inteligente, que atenda às necessidades dos seus clientes e seja altamente rentável?

Fale conosco e agende a visita de um consultor COPBOR, eles estão preparados para ajudar a sua loja de autopeças a ser destaque no mercado.

Até a próxima!

 

 

 

 

Fonte: copbor.com.br