Autopeças, os veículos híbridos estão chegando com tudo no Brasil!

Autopeças, os veículos híbridos estão chegando com tudo no Brasil!

Em fevereiro deste ano, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou o Projeto de Lei 304/2017, que pretende impedir a venda de automóveis movidos a combustíveis fósseis no Brasil a partir de 2030. A circulação passaria a ser definitivamente proibida a partir de 2040, com algumas exceções. Parece muito tempo? Te digo que não. A movimentação no setor automotivo com carros híbridos e elétricos já é forte – e não é de hoje. Além do mais, você pretende que o seu negócio de autopeças sobreviva aos próximos 10 ou 20 anos, não é mesmo? Então, é o momento de se preparar! 

Vou te dar alguns motivos para você começar a pensar no nicho de híbridos e elétricos, antes do que imaginava. 

 

1- Grandes montadoras na jogada: Toyota lidera carros híbridos no Brasil

 

A Toyota ultrapassou a marca de 15 milhões de veículos híbridos (HEVs) vendidos em todo o mundo, desde o lançamento do Prius, em 1997. No Brasil, o modelo chegou mais tarde, em 2013, com 323 carros comercializados no ano. A partir daí, montadora japonesa começou a trabalhar pela popularização dos veículos híbridos. O resultado é que, seis anos depois, a marca tem mais de 14 mil veículos híbridos vendidos no Brasil, sendo o Prius responsável por 6.836 unidades neste período, ou 46% do total. O plano com o Prius por aqui, era a abertura de mercado brasileiro, mostrando os benefícios da tecnologia e sua aplicação.

Em 2019, a Toyota trouxe ao portfólio brasileiro a RAV4 e o Corolla híbrido flex, únicos no mundo. A aceitação foi tão boa que ambos fecharam o ano com participação de 60% do total de modelos híbridos vendidos pela marca, com 3.161 unidades da RAV4 e 3.635 do Corolla. Uma demanda incrível, que demonstra que o consumidor brasileiro já percebe os benefícios da tecnologia híbrida

 

2- Caiu no gosto dos brasileiros

O número de carros eletrificados está aumentando nas garagens dos brasileiros. O segmento triplicou de tamanho no primeiro semestre de 2020, com 7,5 mil unidades emplacadas. O volume soma os modelos híbridos (que, tradicionalmente, combinam um motor a combustão com um elétrico auxiliar, para reduzir o consumo de combustível) e os puramente elétricos (que são emissão zero de poluentes). 

Entre os 100% elétricos, o Chevrolet Bolt EV liderou as vendas da categoria durante o período – e foi a estreia da marca com essa tecnologia à venda no Brasil. 

Se você tem uma autopeças, já sabe que o brasileiro é um público bastante exigente e que costuma seguir tendências já bem estabelecidas de fora. Portanto, se o nicho está em crescimento por aqui, é hora de preparar o seu negócio para atender a este novo mercado, que irá despontar em pouco tempo. 

A COPBOR é líder de mercado em São Paulo e tem tudo o que você precisa em Peças Automotivas. Lojista, faça seu pedido online conosco!

 

3- Vantagens para o proprietário: carros elétricos e híbridos pagam IPVA?

Não há nenhuma lei federal que obrigue a isenção de imposto de carros elétricos e híbridos. Isso fica a cargo dos Estados, que podem incentivar veículos menos poluentes. 

Porém, já temos alguns Estados que se destacam pelas iniciativas: Maranhão, Paraná, Pernambuco, Piauí, Sergipe, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte dão 100% de isenção do imposto para carros elétricos e híbridos. O Distrito Federal também aprovou a isenção do IPVA para os próximos cinco anos para quem investir em um carro desta categoria.

O Ceará terá, a partir de 1º de janeiro de 2021, a alíquota de 0,5% no pagamento do imposto para esses veículos. 

São Paulo também incentiva os carros não poluentes, com cobrança de até 50% no valor do imposto e engloba, também, os veículos movidos a hidrogênio. Mas fique ligado, que há algumas regrinhas por trás: na capital paulista a isenção só vale para os cinco primeiros anos e em carros com valor inferior a R$ 150 mil. *No Estado de São Paulo, essa lei é municipal e, de acordo com a ABVE (Associação Brasileira de Veículos Elétricos), as cidades de Sorocaba, Indaiatuba e São Bernardo do Campo têm total isenção do imposto para esses tipos de veículos.

 

4- Volvo planeja vender exclusivamente modelos eletrificados a partir de 2021. Prepare a sua autopeças para essa nova onda no setor!

No começo de julho, a Volvo lançou no Brasil o XC40 Plug-in Hybrid. Este foi mais um passo na virada radical que a marca planeja implementar por aqui até 2021: em que passará a vender exclusivamente carros eletrificados ao mercado brasileiro. A eletrificação está no centro dos negócios da marca, não só com este lançamento, mas com outros que ainda virão. A Volvo se comprometeu em minimizar os impactos ambientais da mobilidade e, assim, tornar as cidades do futuro mais limpas. 

A Volvo já oferece 268 pontos de recarga no Brasil, com previsão de chegar a 500 pontos, sendo que as baterias de íons de lítio permitem uma autonomia de 47 km no modo Pure (totalmente elétrico). 

5- Tem novidade chegando no Brasil com veículos híbridos e elétricos

– Maserati Ghibli 2.0 Híbrido

O Maserati Ghibli 2.0 Híbrido é um lançamento mais icônico do possa parecer. É o primeiro de uma linha de novos veículos eletrificados da marca, um “capítulo de um novo livro da Maserati”, palavras de Valentina Boarini, chefe de planejamento de produto da marca, em entrevista para a Autoesporte. O modelo chega no Brasil em novembro, na única loja da montadora no país, e o próximo passo é o SUV Levante, que também deve adotar a eletrificação e ser atualizado por dentro e por fora. 

– Compass e Renegade híbridos: dupla eletrificada de SUVs da Jeep será vendida no Brasil

Nas concessionárias da Jeep na Europa, o Renegade 4X4 e o Compass 4X4 são o primeiro passo da marca rumo à eletrificação. Muito em breve no Brasil, os híbridos do tipo plug-in já são equipados com o novo motor Firefly turbo, que será usado por Fiat e Jeep por aqui.

Ambos são capazes de rodar até 50 km sem usar uma gota de gasolina. 

 

6- Popularização: Europa já tem carro 1.0 híbrido

Antigo de mercado, o Fiat Panda italiano chega a 2020 com uma grande novidade. O modelo, que é o mais acessível da marca na sua terra natal, ganhou versão híbrida. Usa o sistema híbrido leve, com o motor 1.0 3-cilindros Firefly aspirado de 70 cv, em conjunto com um pequeno gerador elétrico BSG de 3,6 kW. O motor 1.0 Firefly é o mesmo oferecido no Brasil em sua versão flex, mas o câmbio é uma novidade para o público brasileiro.

O preço da novidade complementa a linha do Panda, que custa entre 11 mil e 15 mil euros, cerca de R$ 70 a R$ 94 mil, em uma conversão direta. Mas há pequenas variações. Em Portugal, por exemplo, a versão híbrida custa 16,3 mil euros, cerca de R$ 101 mil. 

7- O setor automotivo se prepara há mais tempo do que você imagina

Voltando à Toyota, a decisão de desenvolver veículos híbridos foi tomada há mais de 25 anos, quando Takeshi Uchiyamada, presidente da montadora, liderou uma equipe para apresentar um carro que reduziria emissões de gases efeito estufa, entre outros poluentes nocivos. Em 1997 foi lançado o Prius primeira geração, bem na época da assinatura do Protocolo de Kyoto (um tratado internacional com compromissos mais rígidos para a redução da emissão dos gases que produzem o efeito estufa, que são a causa do atual aquecimento global). 

Hoje, a Toyota já somou mais de 15 milhões de híbridos vendidos em todo o mundo, representando uma contribuição significativa ao meio ambiente, pois sua tecnologia reduziu as emissões de CO2 em mais de 120 milhões de toneladas, se comparadas com vendas de veículos a gasolina equivalentes. 

E você, se convenceu que os veículos híbridos e elétricos vieram para ficar e que, cada vez mais, estarão mais presentes no mercado brasileiro? Então, é hora de se preparar, para que a sua autopeças seja referência, também, neste novo nicho que está começando a despontar

 

A COPBOR está pronta para te atender. Faça seu pedido online!

About The Author

COPBOR Solução em Peças Automotivas

No Comments

Leave a Reply

Aquecimento do mercado de usados traz novas oportunidades para autopeçasRecuperação das autopeças e do setor automotivo pós-covid